Fórum discute reativação do comitê estadual de mortalidade materna

O Fórum Interinstitucional Permanente de Prevenção e Combate à Violência Obstétrica discutiu a reativação do comitê estadual de mortalidade materna, que não funciona há seis anos. A medida foi informada pela coordenadora do fórum, a 2ª promotora de Justiça de Defesa dos Direitos da Saúde de João Pessoa, Jovana Tabosa, durante a oitava reunião ordinária do fórum, realizada nessa terça-feira (4), na sede do Ministério Público da Paraíba.

A reunião teve a participação do procurador da República, José Guilherme Ferraz; da assessora jurídica, Priscila Serpa; a defensora pública da União, Luíza Cavalcante Bezerra; a representante do Instituto Cândida Vargas,Terezinha de Lisieux; a coordenadora de Saúde da Mulher da Secretaria de Saúde do Estado, Maria de Fátima Moraes; representante do Cosems-PB, Anna Katarina Galiza; representante do Abento-PB, Waglânia Freitas; da ADPB, Thayná Jovino Borja; e a médica obstetra, Maria Meirismar Souto.

Sobre a mortalidade materna, a coordenadora de Saúde da Mulher afirmou que os dados apresentados de mortalidade está em 63,08 e que já se conseguiu reduzir para 10% nesse ano com relação ao ano de 2017, apesar de que o número de mortes ainda é alto (29 em 2018). Ela disse que os 223 municípios recebem verba federal e que muitas vezes não utilizam dessa verba para a saúde e que quem está atendendo às necessidades é o Estado da Paraíba.

Ainda conforme a coordenadora, as principais causas da mortalidade materna são a hipertensão, hemorragia, eclampsia, infecção urinária, por baixa qualidade de pré-natal, além dos agentes comu