Corregedoria-Geral inicia correição nas promotorias de Areia, Alagoa Grande e Alagoa Nova

A Corregedoria-Geral do Ministério Público (CGMP) realiza esta semana (de 10 a 13/05) correição nas promotorias de Justiça de Areia, Alagoa Grande e Alagoa Nova. Serão correicionados os promotores de Justiça Newton Chagas (Promotoria de Areia), João Benjamin Neto e Leonardo Quintans (Promotoria de Alagoa Grande) e Ismael Vidal (Promotoria de Alagoa Nova). 

A audiência de abertura dos trabalhos foi realizada por videoconferência em razão da pandemia da covid-19, nessa segunda-feira (10/05), sob a presidência do corregedor-geral, o procurador de Justiça Alvaro Gadelha. Além dos quatro promotores inspecionados, participaram a sub-corregedora-geral, a procuradora de Justiça Kátia Rejane Lucena, e os promotores-corregedores Anne Emanuelle Malheiros Costa, Clístenes Bezerra de Holanda e Rodrigo Pires de Sá. 

O corregedor-geral falou sobre o modelo de Corregedoria que está imprimindo à sua gestão e destacou o espírito colaborativo e dialógico para dar continuidade e fortalecer a unidade institucional. “O objetivo do trabalho da Corregedoria é promover uma hipótese democrática de gestão. Queremos aproximar ainda mais os integrantes do Ministério Público. Sabemos do trabalho que cada um exerce e que a sociedade reconhece. Vejam em nós, da Corregedoria, pessoas que estão ali para colaborar com o trabalho de vocês. Estamos para resolver problemas que venham a aparecer e, em algum momento, para orientar porque essa é a nossa função”, explicou Álvaro aos promotores de Justiça correicionados.

O corregedor-geral também agradeceu à equipe da Corregedoria e aos promotores de Justiça do MPPB, por avalizarem essa ideia de união institucional.

A subcorregedora-geral, por sua vez, agradeceu o comparecimento de todos os promotores de Justiça correicionados à videoconferência e reforçou o propósito da corregedoria diante dos promotores de Justiça. “Estamos nessa missão temporariamente. Nossa intenção é procurar ajudá-los naquilo em que estejam tendo deficiência em realizar o trabalho”, disse. 

Valorização

Os três promotores-corregedores explicaram como vai funcionar a dinâmica dos trabalhos, que passou por mudança metodológica, com a implementação da relatoria. Com isso, cada promotor-corregedor fica responsável por acompanhar o trabalho de um cargo ou promotor de Justiça (tanto na área extrajudicial como na área judicial), elaborar relatório e auxiliar o corregedor-geral durante a entrevista que ele faz com o membro correicionado. 

A promotora-corregedora Anne Emanuelle aproveitou a ocasião para falar do desafio pessoal e profissional de atuar na CGMP. Ela será a relatora da inspeção que será feita em relação à atuação dos promotores de Justiça de Alagoa Grande, João Benjamim e Leonardo Quintans. “A possibilidade de estar em contato com colegas tem me trazido bastante satisfação. Agradeço a disposição de todos e desejo uma semana profícua de trabalho”, disse.

O promotor-corregedor Rodrigo Pires ficou responsável por acompanhar a atuação do promotor Newton Chagas, na Promotoria de Areia. “Não tenho dúvidas de que a correição fluirá tranquilamente porque temos aqui o que há de melhor do Ministério Público, juntando experiência com juventude, força de trabalho e com dedicação”, disse referindo-se a todos os inspecionados. 

O promotor de Justiça Clístenes Holanda, por sua vez, ressaltou que a principal bandeira da Corregedoria é a valorização do promotor de Justiça, reconhecendo as boas práticas para que sejam replicadas em outras promotorias. Ele será o relator da correição na Promotoria de Justiça de Alagoa Nova. “O projeto de corregedoria que tem como norte dar suporte, apoio e orientação aos colegas que estejam em dificuldade, corrigindo eventuais erros”, acrescentou.

Os quatro promotores de Justiça correicionados também tiveram a oportunidade de falar sobre suas expectativas. Todos se colocaram à disposição da equipe da Corregedoria-Geral. Eles também falaram dos novos desafios impostos à atuação ministerial pelo uso de novas tecnologias, que possibilitaram a virtualização dos processos, e sobretudo pela pandemia da covid-19, que provocou um aumento muito grande na demanda de trabalho.