Ato da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ), a ser publicado no Diário Oficial Eletrônico (DOE) do Ministério Público da Paraíba (MPPB) nesta quinta-feira (24), transforma o Núcleo de Apoio Funcional (NAF) no Grupo Especial de Atuação na Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa (Geapp). O Geapp vai ampliar as atividades já desenvolvidas pelo NAF.
O NAF, criado em novembro de 2013, com dois núcleos (João Pessoa e Campina Grande), tinha como missão dar suporte aos promotores de Justiça na área do Patrimônio Público, com o objetivo de solucionar o acúmulo de inquéritos civis nas Promotorias de Justiça do interior. A partir de agora, além desse trabalho, o Geapp vai atuar também em todo o estado na esfera criminal, nas ações judiciais.
Assim como no NAF, o Geapp será coordenado pelo promotor de Justiça Clístenes Holanda, que também está à frente do Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Patrimônio Público. Além de Clístenes, vão compor o Geapp cinco promotores de Justiça (acumulando com suas atribuições nas Promotorias): Leonardo Cunha Lima, Edmilson Campos, Fernando Cordeiro, José Leonardo Clementino Pinto e Elaine Cristina Pereira Alencar.
A iniciativa de se ampliar o trabalho do NAF surgiu de uma proposta conjunta do procurador-geral de Justiça do MPPB, Bertrand de Araújo Asfora; do secretário-geral da instituição, Carlos Romero Lauria Paulo Neto; do secretário de Planejamento e Gestão (Seplag), Ádrio Nobre Leite; e do próprio Clístenes Holanda. Os primeiros quatro municípios a serem atendidos pelo Geapp são das Promotorias de Justiça de Itaporanga, Bayeux, Cabedelo e Pilar.
Como acontecia com o NAF, os integrantes do Geapp vão atuar por meio de solicitação do promotor de Justiça nos inquéritos que tramitam há mais de um ano, de forma a desafogar as Promotorias. Os relatórios sobre os trabalhos desenvolvidos continuarão a ser divulgados periodicamente, com o ajuizamento de ações de improbidade administrativa, o arquivamento de inquéritos e a requisição de diligências.
O Núcleo de Apoio Funcional era integrado por seis promotores que atuaram em João Pessoa e Campina Grande. Na região de João Pessoa foram os promotores de Justiça Ronaldo Guerra, Alexandre Varandas e Socorro Maia; e na região de Campina, Leonardo Cunha Lima, Edmilson Campos e Fernando Cordeiro. “As duas equipes fizeram um excelente trabalho e temos que enaltecer isso”, destaca Clístenes Holanda.
O NAF atuou entre março e junho deste ano nas Promotorias de Araruna, Remígio, Sousa e Boqueirão. Foram analisados e impulsionados 292 inquéritos civis e procedimentos preparatórios. Foram elaborados 106 despachos para realização de diligências; 15 ações civis públicas; 169 promoções de arquivamento; e dois declínios de atribuição.
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