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Comissão fará levantamento sobre problemas no atendimento aos pacientes com câncer na FAP

Uma Comissão Intersetorial Bipartite (CIB) formada por técnicos das secretarias de Saúde do Estado e do Município de Campina Grande vai realizar, na próxima segunda-feira (4), um levantamento completo sobre o custeio da área oncológica do Hospital da FAP, a Fundação Assistencial da Paraíba.


O objetivo é identificar os problemas existentes e apresentar soluções que garantam a regularidade na prestação desse serviço à população.

Essa decisão foi tomada de forma consensual durante a audiência promovida pela Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde de Campina Grande, pela promotora de Justiça Adriana Amorim de Lacerda e pelos secretários de Saúde do Estado e do município Waldson Dias de Souza e Lúcia de Fátima Derks, respectivamente, e o diretor do próprio Hospital da FAP, Helder Macedo.    O levantamento a ser feito pela Comissão Intersetorial Bipartite no Hospital da FAP deve ser apresentado à promotoria no prazo de 15 dias.


Audiência


A audiência foi motivada por uma representação de médicos do hospital filantrópico que é referência no tratamento do câncer para 180 municípios paraibanos. A representação aponta uma série de problemas que estariam comprometendo a prestação dos serviços oncológicos na unidade de saúde.


Além das inúmeras deficiências de ordem técnicas, que influem nas precárias condições de trabalho, os médicos sugerem que os órgãos diretamente envolvidos com as questões de saúde precisam, o quanto antes, desencadear uma campanha de conscientização mostrando à população que os serviços prestados pela FAP são, prioritariamente, na área de oncologia. Com isso, segundo eles, o hospital estaria melhorando o atendimento às pessoas portadoras de câncer.


A secretária Lúcia Derks, por sua vez, pautou a sua fala na ratificação do compromisso de continuar repassando, mensalmente, R$ 100 mil para o incremento do teto financeiro dos profissionais, que faz parte da rede de pactuação de saúde de Campina Grande.


Já o secretário de Saúde do Estado, Waldson Dias de Souza, assinalou que a atual gestão do setor convive com dificuldades de recursos, inclusive, do subfinanciamento pelo Ministério da Saúde. Disse ainda que já foi feito um pedido do aumento do teto, mas que esse benefício só atendeu ao Hospital Napoleão Laureano, de João Pessoa. “Mesmo assim, essa demanda será pautada na próxima reunião do CIB, para os devidos encaminhamentos ao Ministério da Saúde, visando o ajustamento do teto", garantiu o secretário que também disse que essa questão já está em tramitação na Procuradoria Regional da República na Paraíba.

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mppb