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Secretaria de Saúde de CG se compromete resolver problema da FAP junto ao Ministério da Saúde

Em audiência realizada na última quarta-feira (1º), na Promotoria de Defesa dos Direitos da Saúde de Campina Grande, a Secretária municipal de Saúde se comprometeu a formar uma comissão que terá por finalidade ir a Brasília, na próxima segunda-feira (6), para tentar junto ao Ministério da Saúde a recomposição do teto financeiro para o setor de oncologia da Fundação Assistencial da Paraíba (Hospital da FAP). A proposta recebeu, inclusive, o aval do prefeito Romero Rodrigues, que participou da reunião.

 

A audiência, a segunda em duas semanas promovida pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), tendo sempre à frente da promotora de Justiça Adriana Amorim de Lacerda, objetivou sanar o impasse que envolve os médicos oncologistas daquele hospital, cujas atividades foram paralisadas em decorrência deles estarem sem receber o dinheiro pelos procedimentos realizados.

Com a perspectiva de uma solução para a questão ser encontrada pela comissão junto ao Ministério da Saúde, os médicos concordaram a voltar ao trabalho a partir de ontem até na quarta-feira da próxima semana, dia 8. Com isso, dentro desse período o atendimento às pessoas acometidas de câncer fica assegurado no Hospital da FAP.

Os oncologistas propõem que lhes sejam pagos uma remuneração fixa e mais a produção do Sistema Único de Saúde (SUS), sem a aplicação de grosas, que é um método que estaria sendo utilizado para reduzir os valores recebidos por eles.

Participaram da audiência realizada na quarta-feira o prefeito Romero Rodrigues; a secretária de saúde do município, Lúcia de Fática Gonçalves Derks; o diretor do Hospital da FAP, Helder Macedo e a gerente de regulação e assistência da Secretaria de Saúde da Paraíba, Mércia Continho.

Para a promotora Adriana Amorim de Lacerda, a questão que envolve Hospital da FAP e seus oncologista é das mais complexas. Contudo, ressaltou que o Ministério Público não medirá esforço para que o impasse seja definitivamente resolvido. "O que não pode é deixar a população desassistida", observou.

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mppb