O quarto e último encontro do ciclo de quatro reuniões de trabalho realizados esta semana pelo procurador-geral de Justiça do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Bertrand de Araújo Asfora, ocorreu na manhã desta quinta-feira (29), no auditório do Complexo Promotor de Justiça Ronaldo Cunha Lima, sede do MPPB em Campina Grande. As reuniões serviram para a administração superior da instituição ouvir os promotores de Justiça acerca da nova formatação de atuação dos Centros de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça (Caops) para o ano de 2016.
Para a reunião desta quinta-feira foram convidados os 52 promotores de Justiça que atuam nos municípios da 3ª Microrregião da instituição: Campina Grande, Monteiro, Prata, Sumé, Serra Branca, São João do Cariri, Cabaceiras, Boqueirão, Queimadas, Aroeiras, Umbuzeiro, Ingá, Alagoa Grande, Esperança, Pocinhos, Soledade, Juazeirinho, Taperoá e Alagoa Nova.
Na quarta-feira (28), a terceira reunião de trabalho foi realizada na sede da Promotoria de Justiça de Patos ((4ª Microrregião). Um dia antes, na terça-feira, foi a vez da reunião que reuniu os promotores de Justiça da 5ª Microrregião, polarizada pelo município de Sousa. Essa reunião ocorreu na sede da Promotoria de Justiça de Cajazeiras. Já os promotores da 1ª e 2ª Microrregiões (João Pessoa e Guarabira) haviam sido reunidos na segunda-feira (26), na sede do MPPB, na capital paraibana.
Os quatro eventos contaram com a presença dos promotores de Justiça coordenadores dos Caops. O objetivo dessas reuniões foi a construção de um modelo de atuação dos Caops no apoio ao promotor, de forma que o Ministério Público possa aperfeiçoar sua atuação. Assim como ocorreu nas outras reuniões, no encontro em Campina Grande o procurador-geral Bertrand Asfora repetiu: Queremos um Ministério Público mais forte, mais próximo do povo, transformando a vida das pessoas mais pobres deste estado. Este compromisso vou honrar”.
Também nessas reuniões, o segundo-subprocurador-geral de Justiça, Valberto Cosme de Lira, apresentou o projeto ‘MP nas Comunidades’, uma das propostas de atuação dos Caops. De acordo com esse projeto, a atuação começaria com a identificação das comunidades a serem atendidas; posteriormente, todos os Caops, juntamente com órgãos parceiros, fariam um diagnóstico das necessidades dessa comunidade nas suas respectivas áreas. Depois, um plano de ação com as propostas de apoio seria traçado e apresentado ao promotor, que escolheria as áreas de atuação.
A atuação dos Caops ocorreria por solicitação do promotor interessado, conforme sua demanda, que pode solicitar uma ação de todos os Caops conjuntamente em um município, de acordo com o que é apresentado no projeto ‘MP nas Comunidades’, ou a atuação em uma área específica, de acordo com as necessidades dos municípios que integram a Promotoria.
A proposta é de que, a partir de 2016, o planejamento estratégico será desenvolvido pela Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), que deverá apresentar, em janeiro, um projeto de combate à corrupção. Já os Caops temáticos vão atuar no apoio à atuação dos promotores, juntamente com o Grupo Especial da Tutela Coletiva (GETC), criado recentemente.
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