Na Paraíba, ação cumpre 30 mandados de prisão e de busca e apreensão contra suspeitos de crimes como tráfico, lavagem de dinheiro e homicídios.
A manhã desta quarta-feira (16/09) começou com uma operação nacional de combate ao crime organizado realizada simultaneamente em 19 estados, inclusive a Paraíba. É a 2ª fase da Operação Trapiche, da Operação Força Integrada IV - um desdobramento da primeira fase, com foco também na asfixia financeira das organizações criminosas como estratégia de combate.
Aqui na Paraíba, a ação reuniu o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco/MPPB), as polícias Federal, Civil e Militar e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco).
Os alvos são suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas e de armas, lavagem de dinheiro, homicídios e outras infrações relacionadas ao crime organizado, em João Pessoa.
No estado, são cumpridos 30 mandados, sendo 13 de prisão e 17 de busca e apreensão. Uma mulher foi presa na Comunidade do S, no bairro do Roger, na capital. Segundo a polícia, ela seria esposa de um dos chefes do tráfico na cidade e é conhecida como “primeira dama do tráfico de drogas” na região.
Além do cumprimento dos mandados, a 2ª Vara Regional das Garantias do Estado da Paraíba determinou o bloqueio de até R$750 mil em ativos financeiros, além do sequestro de bens e outras restrições patrimoniais.
Operação Trapiche
A primeira fase da operação Trapiche, uma operação conjunta da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Paraíba (Ficco/PB), com o apoio do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), foi deflagrada no dia 12 de maio de 2026, em João Pessoa. A operação ocorreu no âmbito da operação Força Integrada II, iniciativa nacional realizada, simultaneamente, em 14 estados da Federação pelas respectivas Ficcos.
Na Paraíba, as diligências tiveram como objetivo cumprir 40 mandados de busca e apreensão, 20 de prisão preventiva e 7 medidas de bloqueio e sequestro de bens, expedidos pelo Poder Judiciário. A investigação apurou a atuação de facção criminosa, em João Pessoa, envolvendo os crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, comércio ilegal de armas de fogo, lavagem de dinheiro, entre outros.
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