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Municípios devem discutir problemas da assistência obstétrica

As secretarias de saúde dos municípios de Bayeux, Santa Rita, Mamanguape, Sapé, Conde, Alhandra, Pitimbu, Itabaiana, Cabedelo, Caaporã, Mari, Rio Tinto, Pedras de Fogo, Guarabira, Jacaraú e Gurinhém deverão discutir a qualidade do atendimento obstétrico oferecido à população. Essa e outras medidas foram deliberadas, na semana passada, durante uma audiência promovida pelo Ministério Público, no auditório do 1º Caop (Centro de Apoio Operacional), em João Pessoa.


Participaram da audiência o coordenador do 1° Caop, promotor de Justiça Hamilton de Souza Neves Filho, a promotora de Justiça da Saúde, Maria das Graças Azevedo, a secretária de Saúde de João Pessoa, Roseana Meira, o representante da Secretaria de Saúde do Estado, Estanislau Lucena, e os secretários de saúde dos municípios de Bayeux, Caaporã, Conde, Jacaraú, Mamanguape, Pedras de Fogo e Sapé.

O promotor Hamilton Souza expôs a estatística do Instituto Cândida Vargas apontando que metade dos partos realizados é de pacientes de fora da Capital. A secretária Roseana Meira relatou que o instituto é referência em atendimento de alto risco, mas tem recebido pacientes de baixo e médio risco.

Os secretários apresentaram as dificuldades enfrentadas pelos municípios na área de atendimento obstétrico, especialmente a falta de médicos e de instalações adequadas. O representante da secretaria estadual afirmou que é intenção da secretaria buscar parecerias e ajudas financeiras para melhor equipar as unidades hospitalares na área obstétrica.

Outras deliberações

Além da realização de audiências públicas com os Colegiados de Gestão de Saúde da 1ª Macrorregião (Região do Atlântico, Região do Vale do Mamanguape e Região do Vale do Paraíba) também ficou acordado que os municípios deverão apresentar, na ocasião, as dificuldades que vêm enfrentando na área de saúde, especificamente na área obstétrica e que deverão repassar à Secretaria de Saúde do Estado levantamento dos atendimentos obstétricos realizados.

O Ministério Público também vai realizar estudos para averiguar se as secretarias municipais de saúde têm ou não autonomia financeira. Caso não tenham, o MP deverá fazer uma recomendação ou um termo de ajustamento de conduta para garantir os poderes e atos de gestão dos secretários.

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