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Ação civil pública solicita desocupação da Floresta do Louzeiro

O Ministério Público da Paraíba, através da Promotoria de Defesa do Meio Ambiente, ingressou na Justiça com uma ação civil pública com pedido de obrigação de fazer e de antecipação de tutela contra o município de Campina Grande para retirar cerca de 50 famílias que ocuparam irregularmente a reserva florestal do Louzeiro, localizada no bairro na zona norte da cidade. A ocupação aconteceu há cerca de um mês.


Ação encaminhada no dia 26 de novembro a uma das três Varas da Fazenda localizadas na cidade também solicita que a Prefeitura crie no local um parque ecológico e estabelece a aplicação de multa diária no valor de R$ 1 mil, caso o poder público municipal não faça a retirada das famílias.

A informação foi prestada pelos promotores de Justiça José Eulâmpio Duarte e Edmilson Campos, que atualmente trabalham conjuntamente na Promotoria de Defesa do Meio Ambiente. Ainda na mesma ação foi solicitada a demarcação da área, que mede em torno de 60 hectares. O documento está protocolado na Justiça de Campina Grande, enquanto os representantes do Ministério Público aguardam uma decisão sobre a questão.

De acordo com o promotor José Eulâmpio Duarte, tanto a Lei Orgânica quanto o Código de Meio Ambiente do município de Campina Grande, já preconizam que a área onde se situa o Louzeiro é de preservação permanente.

No entendimento do MP, a Prefeitura já deveria ter desapropriado, demarcado e cercado a área para, com isso, garantir a devida proteção ambiental já estabelecida em lei, o que até agora não aconteceu, apesar das recomendações anteriormente feitas pelos órgãos fiscalizadores e ambientais.

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