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Parcela Autônoma de Equivalência será paga em janeiro

A Procuradoria Geral de Justiça deve pagar, no mês de janeiro de 2010, a parcela autônoma de equivalência (PAE) referente ao período de 1994 a 1997 a todos os promotores e procuradores de Justiça ativos e inativos que têm direito ao benefício.

O anúncio foi feito pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, durante a plenária conclusiva dos encontros regionais, realizada no último dia 11 de dezembro. Segundo ele, a procuradoria geral vai consultar via intranet cada membro beneficiário para saber qual a forma de pagamento preferencial (a vista ou parcelado).

Na ocasião, o procurador-geral explicou as dificuldades enfrentadas pela atual gestão e os entraves financeiros que comprometiam o pagamento da PAE. Apesar da redução do repasse dos recursos por parte do Governo do Estado, o pagamento da parcela autônoma de equivalência foi colocado como prioridade pela atual administração.

Ao todo, serão gastos R$ 4,2 milhões para garantir o direito de promotores e procuradores em atividade, aposentados ou pensionistas. Oswaldo Filho foi enfático ao dizer que não abria mão desse compromisso e falou sobre os esforços empreendidos para garantir o pagamento do benefício.

Há 15 dias, ele se reuniu, em Brasília, com o governado José Maranhão para resolver o problema. “Sentamos na mesa com o governador e ele se comprometeu a garantir os R$ 4 milhões que serão usados para o pagamento da PAE. Também temos feito economias. Este mês, teremos uma economia de R$ 300 a R$ 400 mil e, em janeiro, deixa-se de pagar e de descontar a parcela de antecipação de receita. Portanto, no próximo mês, teremos um incremento de R$ 1,1 milhão e vamos usá-lo para o pagamento da parcela autônoma. Acredito que os valores dessa parcela ficarão entre R$ 15 e R$ 20 mil para cada membro. Isso é o que é possível fazer na verdade e na transparência. De fato, estamos honrando o nosso compromisso”, comemorou.

 

O que é a PAE?

A PAE surgiu de uma decisão do Supremo Tribunal Federal, com o ministro Nelson Jobim, em agosto 1992, para promover a equiparação dos vencimentos entre o Legislativo Federal e o Judiciário.

 

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