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PGJ investe mais de R$ 500 mil no Gaeco

A Procuradoria Geral de Justiça está fazendo um investimento massivo para equipar o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba, com o objetivo de colocá-lo em igualdade de condições com os demais núcleos do país. De acordo com o secretário geral do MPPB, Bertrand de Araújo Asfora, já foram gastos mais de R$ 500 mil com software, equipamentos e treinamento dos membros e servidores que compõem o Gaeco.


O coordenador do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado, promotor Octávio Paulo Neto, relatou que, ao assumir a PGJ, o procurador-geral Oswaldo Trigueiro do Valle Filho solicitou um planejamento estratégico ao Gaeco. Dentro do que foi planejado, focou-se, no primeiro momento, a necessidade dos membros e servidores do órgão de inteligência do MPPB dominar os instrumentos necessários para o efetivo combate às organizações criminais.


“No mesmo contexto em que o procurador-geral solicitou ao Gaeco um planejamento estratégico, ele exigiu que a gente dominasse as competências, ou seja, buscasse o conhecimento necessário para a nossa atuação. Então, ele vem investindo massivamente na aquisição de softwares e na capacitação dos servidores do Gaeco e da equipe de membros, não só na questão da tecnologia da informação, mas também na questão da inteligência. Foi adquirido software de análise, e a gente está começando a construir uma base de consulta com bancos de dados, com retratos da criminalidade local, regional e nacional”, relatou Octávio Paulo Neto.


Além desses investimentos, a instituição está recebendo do Ministério da Justiça um Laboratório de Análises Forenses, que vai servir para instrumentalizar a produção de provas. Isso vai permitir que o Ministério Público seja o protagonista da ação penal, porque poderá dispor de equipamentos que permitam combater não só a criminalidade organizada, mas também os cibercrimes e todos os fenômenos ligados a criminalidade dourada (sonegação fiscal, crimes contra o colarinho branco, lavagem de dinheiro).


“O Ministério da Justiça ao verificar o domínio do Ministério Público da Paraíba no combate aos cartéis, achou por bem investir no Gaeco e dar ao MP um instrumento necessário para que a gente aprimore, ainda mais, o combate aos cartéis”, disse Octávio.


Outro mecanismo de investigação no qual o Ministério Público da Paraíba está investindo é o Laboratório de Combate à Lavagem de Dinheiro, denominado Lab 1, numa ação conjunta com os MPs dos estados de Sergipe, Rio Grande do Norte e Bahia. O Laboratório também está sendo implantado pelo Ministério da Justiça na Bahia e servirá para o combate a lavagem de dinheiro.

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mppb