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Promotoria de Defesa dos Direitos do Cidadão tenta resgatar jovem viciada em crack em Ingá

 A própria jovem de 20 anos suplicou a ajuda do Ministério Público para livrá-la das drogas e do assédio dos traficantes


Atendendo ao clamor de uma usuária de drogas, viciada em crack, a Promotoria de Justiça dos Direitos do Cidadão em Ingá adotou medidas urgentes em procedimento administrativo, solicitando o internamento em hospital local. A jovem de 20 anos pediu socorro ao Ministério Público para que ela pudesse se tratar do vício e foi internada com um quadro de crise de abstinência e de depressão profunda.


Segundo relatou a promotora de Defesa do Cidadão de Ingá, Cláudia Cabral Cavalcante, a jovem de 20 anos, que ela prefiriu não identificar, procurou o Ministério Público no final do mês de agosto “suplicando desesperadamente ajuda para se tratar do vício”. Disse que estava sendo perseguida pelos traficantes e não conseguia se livrar do problema. Na primeira semana de setembro, a jovem voltou a buscar a ajuda do MP.

Com o proprósito de resgatar a jovem, a promotora além de providenciar o seu internamento em hospital do município, requisitou ao município a sua transferência para um tratamento especializado em João Pessoa.

“Esse caso, muito me sensibilizou pois em 10 anos de atuação no combate à criminalidade, especialmente ao crimes de tóxico, essa foi a primeira vez que vi uma usuária, jovem mãe, pedindo, suplicando desesperadamente ao Ministério Público uma ajuda no sentido de se livrar do vício do crack que estava lhe consumindo e do assédio dos traficantes”, relatou a promotora de Justiça. E acrescentou: “Dizia ela: 'Doutora Cláudia me ajude preciso me tratar desse maldito vício, senão vou morrer e eu não quero morrer quero criar meu filho'”.

A Promotora de Justiça de Defesa do Direito do Cidadão de Ingá disse reconhecer que essas foram medidas paliativas e lamentou o fato do poder público não ter uma política pública eficaz voltada aos casos dessa natureza. “Enquanto Órgão defensor da sociedade e dos direitos do cidadão não poderia cruzar os braços ou ficar inerte diante da situação que me foi apresentada, principalmente, nos dias atuais que buscamos implementar um Ministério Público Social”, Cláudia Cabral.

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