Os promotores de Justiça que tiverem projetos na área do Meio Ambiente, Patrimônio Público e Consumidor e quiserem tentar captar verbas para a sua implementação podem procurar orientação junto a Diretoria de Planejamento do Ministério Público da Paraíba. O alerta foi feito pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo Trigueiro do Valle, que esteve recentemente em Brasília, quando foi informado que a janela para buscar recursos do Fundo do Direito Difuso, do Ministério da Justiça, será aberta em março. Os projetos podem ser orçados com valor máximo de R$ 450 mil.
De acordo com o procurador-geral, é preciso que os promotores de Justiça se apressem e procurem a diretora Planejamento Maria Aparecida Peixoto para discutir com ela o que é necessário para encaminhar o projeto ao Ministério da Justiça. “É importante que os promotores saibam que eles têm a oportunidade de pensar as suas promotorias e buscar implementar projetos buscando recursos junto aos Ministérios em Brasília. Nós já tivemos êxito em alguns projetos da Procuradoria Geral de Justiça”, declarou Oswaldo.
A semana passada o procurador-geral esteve em audiência com a secretária de Direito Econômico do Ministério da Justiça, Ana Maria, quando tratou da possibilidade do MPPB buscar recursos para serem investidos no MPPB. “Foi através da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça que o Ministério Público da Paraíba conseguiu um investimento na montagem do Laboratório de Combate à Cartelização. No encontro, ficou acertado que o MPPB deverá encaminhar projetos para obter mais investimentos”, relatou.
Presidente do GNCOC
Falando como presidente do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas, Oswaldo Trigueiro do Valle Filho propôs à secretária de Direito Econômico do Ministério Público que os Ministérios Públicos de todos os estados possam receber verbas do Ministério da Justiça, para que se crie uma base mínima na área de inteligência de que cada instituição, proporcionando uma uniformidade, em todos os estados, no combate ao crime organizado no país.
Para o procurador-geral da Paraíba e presidente do GNCOC, não adianta ter um Estado como São Paulo muito bem equipado e um outro estado sem nenhuma estrutura. “Estão é preciso que a gente tenha a exata dimensão de que os estados precisam estar minimamente preparados para o combate ao crime organizado, principalmente no que diz respeito ao combate a cartel”.
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