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MP e CRM discutem crise da saúde no Estado

Reunião foi na sede da PGJO procurador-geral de Justiça, Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, e a coordenadora do Centro de Apoio Operacional às Promotorias da Saúde, promotora Adriana Amorim, se reuniram, nesta quinta-feira (5), com representantes do Conselho Regional de Medicina da Paraíba para discutir a crise que atinge a saúde no Estado.

 

 

De acordo com a promotora Adriana Amorim, a reunião teve como objetivo fazer um levantamento sobre a situação da Saúde no Estado. Ela ressaltou ainda que outros órgãos de defesa da saúde serão ouvidos. “Nossa intenção é saber alguns dos motivos da crise instalada para depois, juntamente com os gestores e os órgãos de execução firmamos um diálogo com o objetivo de encontrar soluções para a crise”, disse.

 

O coordenador de fiscalização do CRM, Eurípedes Mendonça, apresentou propostas de soluções emergenciais para crise. Segundo o coordenador, o Estado deve contratar leitos em hospitais privados para desafogar o sistema ou utilizar leitos vazios da rede pública. “O Hospital Santa Isabel, por exemplo, está com 32 leitos não utilizados que poderiam dar suporte”, disse.

 

Outra proposta apresentada pelo CRM é a realização de um fórum integrando todos os atores do sistema de saúde. “A proposta é juntar todos, gestores, médicos, as universidades para encontrarmos uma solução para o problema. Deve-se haver uma pactuação e não imposição de política”, destacou.

 

Prioridade

 

Eurípedes Mendonça ressaltou que Patos deve ser principal prioridade na área. “Patos não possui medicina muito desenvolvida e 90% da população depende do serviço público. Os três hospitais públicos estão em condições precárias. O Hospital Regional possui poucos médicos e está vazio, porque a população, sabendo desse fato, está procurando outros municípios, como João Pessoa e Campina Grande. A UTI foi desativada por falta de médicos. A maternidade não tem obstetra nem anestesista e, no hospital infantil, a única UTI neonatal do Sertão foi fechada. Essas são situações que testemunhamos in loco”, informou.

 

CONTATOS

 

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mppb