O procurador-geral de Justiça, Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, juntamente com os servidores Jefferson Ferreira e Genário Barbosa, da Diretora de Tecnologia da Informação (Ditec) do Ministério Público da Paraíba, foi a Brasília, na sede do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), demonstrar o funcionamento dos Sistemas “Pitágoras” e “Aristóteles”. Os sistemas foram desenvolvidos no Ministério Público tratam, dentre outras coisas, de informações gerenciais orçamentárias e financeiras para auxílio em tomadas de decisões, bem como, da parte administrativa. Eles já estão em funcionamento no MPPB e os membros do Conselho ficaram interessados em conhecer o funcionamento deles.
Segundo Oswaldo Trigueiro Filho, a apresentação atende a convite do próprio CNMP no último encontro da apresentação de rotinas nessa área de tecnologia de informática. “O CNMP nos convidou a fazer uma apresentação na própria sede do Conselho Nacional para que essa prática, essa rotina possa ser implementada de forma nacional. Então, ficamos muito felizes, porque é uma forma de conhecimento, mas na verdade é um primeiro passo de contribuição do Ministério Público Paraibano para situações de ordem nacional, porque a gente precisa também de algumas práticas em unidade, principalmente nessa área de ferramentas tecnológicas””, destacou o procurador-geral.
Genário Barbosa de Vasconcelos explicou que o Pitágoras é um sistema que gera informações gerenciais orçamentárias e financeiras para auxílio em tomadas de decisões. “A base de dados desse sistema vem do Siaf (Sistema Integrado de Administração e Finanças), onde diariamente nós extraímos os dados do Siaf para o Pitágoras para gerar as informações gerenciais orçamentária e financeiras”, disse o servidor.
Ele ressaltou que o sistema, além das informações gerenciais, contempla o planejamento orçamentário futuro, gerando informações do tipo despachos orçamentários, que são realizados pelo Departamento de Planejamento, e os despachos financeiros que são feitos pela Diretoria Financeira. “Ele é composto de gráficos, estatísticas interessantes para o gestor, para o procurador-geral, ter todas as informações”, informou Genário Barbosa.
Já o Aristóteles, que está sendo desenvolvido, é um conjunto de sistemas de gestão administrativa, que vai resolver o problema da área meio do Ministério Público. “O Aristóteles é composto de um catálogo, unificado, de materiais e serviços onde a gente cadastra os itens que são adquiridos pela instituição, identificando o que é de consumo permanente e o que é serviço, dentro da Portaria 448 do Tesouro Nacional. Esses itens, é feito uma pesquisa de mercado, onde tem um sistema de pesquisa de ,mercado que prepara os orçamentos de compra desses itens que é o primeiro parâmetro dentro do processo”, declarou Genário Barbosa .
O servidor do MPPB explicou que o Aristóteles também é composto por outros sistemas como controle de estoque, que já está em funcionamento, desde abril; controle de bens móveis que está sendo desenvolvido; licitação; controle de água, energia e telefone; registro de preços; controles de frotas; controles de obras; protocolo; bens imóveis, onde serão cadastrados todos os bens imóveis do Ministério Público
“O Aristóteles é o controle total administrativo e repleto de funções de auditoria também, pra termos o controle total. Desses sistemas do Aristóteles, catálogo, estoque, pesquisa de mercado, já estão em produção, em pleno funcionamento, os demais estão em desenvolvimento aqui pelo departamento., complementou”.
Segundo Jefferson Ferreira Barbosa, o desenvolvimento desses sistemas faz parte do planejamento estratégico institucional, cujo objetivo é integrar os sistemas e bases de dados.
Esses sistemas foram apresentados em São Paulo, durante a primeira mostra de sistemas de Ministérios Públicos Brasileiros, com a presença do CNMP e outros Ministérios Públicos, quando foi solicitada a apresentação na sede do Conselho Nacional.
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