A criação do Colegiado dos Promotores e Procuradores Criminais e a implementação da Promotoria Segura serão dois projetos a serem apresentados na próxima semana pelos promotores de Justiça, Octávio Paulo Neto, coordenador do Gaeco, e Bertrand de Araújo Asfora, coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias Criminais, ao procurador-geral de Justiça, Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. Os dois projetos estão dentro da preocupação do procurador-geral que quer investir no combate à criminalidade na atual gestão do Ministério Público da Paraíba.
De acordo com o coordenador do Caop Criminal, Bertrand Asfora, a criação de um Colegiado de Promotores e Procuradores Criminais vai possibilitar a reunião periódica dos promotores criminais de todo Estado para discutir as dificuldades enfrentadas e para que eles apresentem propostas para a atuação ministerial. “A missão do Caop Criminal é instituir uma política estadual de atuação do Ministério Público nas Promotorias Criminais. Essa política institucional não pode ser criada de cima para baixo. É preciso que os próprios promotores que estão vivenciando suas experiências nos diversos recantos da Paraíba possam opinar. Dar a sua sugestão para otimizar o trabalho nas promotorias”, afirmou Bertrand Asfora ao falar sobre o projeto.
Ele também enfatizou a necessidade de implementação de um projeto que venha a garantir a segurança do promotor de Justiça criminal em todo o Estado. Para isso, o coordenador do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba, Octávio Paulo Neto, elaborou o projeto Promotoria Segura, que visa, entre outras coisas, estruturar as Promotorias com equipamentos de segurança e toda uma estruturua logística.
“O Ministério Público é o titular da ação penal. Sabemos que a atuação do promotor no cumprimento da lei desagrada a muita gente e a instituição tem que estar preparada para proteger, dar segurança aos seus membros. Nós precisamos ter um foco de proteção ao promotor para que ele possa, seguro, dar segurança à sociedade, combatendo a impunidade que é a maior das violências”, declarou o coordenador do Caop Criminal.
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