A Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos do Cidadão de João Pessoa instaurou procedimento administrativo preparatório de inquérito civil para apurar os motivos do governo do Estado não ter encaminhado, até o momento, à Assembléia Legislativa o anteprojeto de lei para viabilizar o funcionamento do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência – CEDPD. Para isso, o promotor do Cidadão de João Pessoa, Valberto Cosme de Lira, designou uma audiência para esta quarta-feira, às 9h, na sala do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Cidadnia e Direitos Fundamentais e a convocou o sercretário da Cidadania e Administração Penitenciária, do consultor jurídico do Governo do Estado e do procurador-geral do Estado.
De acordo com Valberto Lira, em agosto do ano passado, a Secretaria de Desenvolvimento Humano realizou um Fórum de Reestrutururação do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência, com a participação de representações govarnamentias e não governamentais, quando foi aprovada a minuta da nova lei que trata sobre o novo Conselho. No entando, até o momento o documento não foi encaminhado para a Assembléia Legislativa, o que estaria impedindo a Paraíba de realizar sua Conferência Estadual e enviar delegados para a Conferência Nacional.
“Pela demora na remessa do anteprojeto, ressalte-se devidamente debatido com todos os segmentos, a Paraíba não poderá realizar a sua Conferência Estadual, inexistindo condições de se ter delegados representantes de nosso Estado na Conferência Nacional”, afirmou o promotor do cidadão de João Pessoa.
O Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência – CEDPD – é o espaço no qual o Governo e a sociedade devem descutir, formular e decidir, de forma compartilhada e co-responsavél, as diretrizes para as políoticas públicas de promoção e defesa dos direitos do portador de deficiência.
Valberto lira disse que na audiência desta quarta-feira vai tentar firmar um termo de ajustamento de conduta com o Governo do Estado para acelerar o processo de reestruturação do Conselho. Caso não consiga entrar em um acordo, poderá ajuizar uma ação civil pública contra o Estado.
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