Mais 20 policiais serão devolvidos à PM para incremento da segurança nas ruas
O Ministério Público da Paraíba entra, a partir desta quinta-feira (5), em uma nova fase quanto à segurança patrimonial. É que teve início o serviço de vigilância privada prestado pela empresa Gran Forte, contratada pelo MPPB para fazer a segurança em nove postos da instituição de João Pessoa e Campina Grande. Na capital, são oito postos: a sede da Procuradoria-Geral de Justiça, o Anexo Administrativo do MP, a Promotoria da Mulher, a sede das Promotorias Especializadas (antigo 1º Caop), o Anexo à Coordenação das Promotorias Especializadas (Caopinho), da Promotoria de Mangabeira e o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf). Em Campina Grande, a segurança será na sede do MP no município (antigo 2º Caop).
O procurador-geral de Justiça, Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, destacou que a terceirização da segurança patrimonial era um anseio antigo da instituição. “Isso vai significar um acréscimo de qualidade no serviço porque estamos colocando uma empresa especializada neste serviço. E mais do que isso: com a contratação da empresa, vamos devolver mais 20 policiais que estavam fazendo a segurança do MP”, explicou.
De acordo com o procurador, com a contratação, está sendo concretizado um compromisso firmado com governo do Estado de devolver policiais para fazer a segurança nas ruas. “Com esses 20 policias que vamos devolver agora, serão 30 PM's ao todo devolvidos ao serviço de rua, isso sem comprometer a segurança do Ministério Público”, ressaltou.
O promotor Bertrand Asfora, coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias Criminais (Caocrim), que coordena o projeto Promotoria Segura, informou que a segurança privada era um dos itens do projeto e do planejamento do Ministério Público. “É um passo muito importante para a modernização do MP. Este era um dos itens do projeto Promotoria Segura e, graças a anuência do procurador-geral, a instituição entra nessa nova fase”, disse.
O assessor militar do MP, major Werton, são 36 vigilantes que vão prestar serviços de segurança patrimonial nos 9 postos. “Antes, eram policiais e bombeiros militares prestando esse serviço, sem prejuízo de suas atividades nas respectivas corporações. Eles prestavam serviço de vigilância nas folgas. Como a empresa tem especialidade em segurança patrimonial, esses militares vão poder contribuir ainda mais com a segurança pública. Será um ganho de policiais na atividade fim”, afirmou.
O major Werton informou que a segurança será feita 24 horas e que os vigilantes vão trabalhar armados com a atividade específica de garantir a segurança patrimonial. A Assessoria Militar, que possui 25 policiais militares à disposição em tempo integral continuará responsa´vel pela segurança das autoridades e da instituição. Ele explicou ainda que a Assessoria Militar será a gestora do contrato com a empresa e que as ações dos prestadores de serviço serão coordenadas e orientadas pela assessoria.
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