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Promotoria da Saúde de CG quer evitar que Hospital de Trauma fique sem serviços de anestesiologia

A Promotoria de Defesa da Saúde de Campina Grande instaurou um procedimento preparatório com o objetivo de evitar a cessação na prestação dos serviços de anestesiologia no Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes. O contrato com a cooperativa acaba no próximo mês e o hospital pode ficar sem realizar cirurgias.

 

 

De acordo com o promotor da Saúde, Luciano Maracajá, o termo entre o a Secretaria Estadual de Saúde (SES) e a Cooperativa Campinense de Anestesiologia (Cocan) se encerra no dia 4 de maio. “Com o fim do contrato no próximo mês, a população corre o risco de ficar sem a fundamental prestação do serviço de anestesiologia, então é preciso que a SES renove o contrato ou tome outras providências para que o hospital não fique sem o serviço”, explicou.

 


A Promotoria expediu ofícios e enviou para o Hospital de Trauma, para saber se a instituição tem notícias de alguma negociação; também para a Cocan, para que esta se manifeste sobre o assunto, e responda se o contrato se renova de imediato ou existe outra alternativa; e por último, a Secretaria Estadual de Saúde, para que o órgão se manifeste sobre os fatos e informe se há alguma negociação em andamento.

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