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Projeto socioambiental do MPPB prevê o fim dos copos descartáveis no âmbito da instituição

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) está planejando abolir do dia-a-dia da instituição a utilização de copos plásticos descartáveis para o consumo de água e café por parte do seu público interno. Em breve, cada um dos servidores e membros (procuradores e promotores de Justiça) do MPPB terá a sua caneca padronizada e personalizada para uso nas dependências da instituição.

 

A implantação desse projeto socioambiental, que terá início nas cidades de João Pessoa e Campina Grande, está sendo discutida no âmbito da Comissão Institucional de Gestão Ambiental (Ciga) do MPPB, que realizou na manhã desta quinta-feira (23) uma reunião extraordinária na Sala de Sessões, na sede da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ), na capital. “A utilização das canecas reutilizáveis começará pela capital e Campina Grande, mas depois se expandida para todo o estado da Paraíba no âmbito do Ministério Público”, explica o promotor de Justiça Onéssimo Cézar Gomes Cruz, presidente da Ciga.

 

A previsão é de que o projeto seja lançado em Campina Grande no próximo dia 27 de junho, quando da inauguração das obras do Complexo do Ministério Público. Já em João Pessoa, o lançamento deverá ocorrer no dia 28, em alusão ao 'Dia Mundial do Meio Ambiente', com palestra e apresentação teatral relativas aos programas de coleta seletiva e ministradas por profissionais da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).

 

O material das canecas que irão substituir os copos descartáveis poderá ser de fibra de madeira ou de fibra de casca de coco; um produto leve, resistente e de difícil quebra. “Toda mudança é difícil, mas tem que se começar por algum lugar”, disse a secretária executiva da Unicred, Cláudia Oliveira, que participou da reunião da Ciga para apresentar a experiência das canecas permanentes na empresa em que atua. “Fazer as pessoas entenderem a mudança de hábito será a nossa maior dificuldade, já que a implantação do projeto é mais fácil”, prevê o promotor Onéssimo Cruz.

 

A Comissão Institucional de Gestão Ambiental ainda tem a participação do procurador-geral Oswaldo Trigueiro do Valle Filho; do secretário-geral do MPPB, Francisco Lianza; Uirá Alencar, da Diretoria de Tecnologia da Informação; Maria Aparecida Wanderley (Bem Estar Social); Nayara Luckwu (Diretoria de Planejamento); Ana Cecília Arco Verde Barbosa (Departamento de Engenharia e Arquitetura); Fernando Lima (Departamento de Arquivo e Documentação); Caio Rodrigues (Equipe Especializada do Meio Ambiente); e Esdras Neves de Oliveira (Departamento de Serviços Gerais).

 

Visando a implementar uma organização administrativa de sustentabilidade ambiental no âmbito do Ministério Público, a Ciga foi instituída em 30 de julho de 2010. Ela é vinculada ao gabinete do procurador-geral de Justiça, com atuação prioritária nas áreas de gerenciamento dos resíduos sólidos, eficientização predial, compras e licitações.

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