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Grupo virtual vai dar continuidade a trabalho do seminário sobre convivência familiar

Um grupo virtual foi formado para dar continuidade do trabalho construído no Seminário “Convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes: direitos humanos e justiça”. Segundo a promotora de Justiça, Soraya Escorel, coordenadora do evento, a ação proporciona a continuidade do diálogo, a troca de experiências entre pessoas de diferentes localidades, desencadeando construções coletivas que visam a defesa, promoção e efetiva garantia dos direitos de crianças e adolescente com absoluta prioridade.

 

 

O seminário, ocorrido na semana passada, contou com a participação de atores do sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente, incluindo, entre operadores do direito, representantes do executivo estadual, municipal e conselheiros tutelares. “A Paraíba priorizou a vinda desta ação que é de âmbito nacional, contemplando seis estados brasileiros. É fundamental registrar que não houve esvaziamento, posto que todos participaram efetivamente até o término do seminário, revelando o compromisso da paraíba com a luta em prol da dignidade humana de crianças e adolescentes”, destacou a promotora.

 

 

Ela explicou ainda que aportes teórico-metodológicos por meio de palestras, diálogos realizados através de oficinas organizadas em subgrupos fizeram parte do seminário, dando ênfase à construção de fluxos operacionais sistêmicos evidenciando os caminhos a serem percorridos para o atendimento de crianças e adolescentes, com vistas à efetiva garantia de seus direitos.

 

“Ao final dos debates, os subgrupos sistematizaram e apresentaram em plenária a síntese das discussões em forma de propostas efetivas e viáveis elaboradas coletivamente. Encaminhamentos e ações visando o fortalecimento da família, considerando seu papel protetivo, também marcaram o seminário que também contou com o apoio dos executivos municipal e estadual, especialmente, das Secretarias de Desenvolvimento Social de João Pessoa e de Desenvolvimento Humano do Estado”, informou.

 

“Entende-se que o Estado brasileiro precisa prover condições para que as famílias possam proteger efetivamente seus filhos, o que passa, fundamentalmente pela implementação de políticas públicas capazes de materializar direitos humanos. Estando desprotegida (com direitos negados), a família encontra dificuldades para cumprir seu papel protetivo”, concluiu a promotora.

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mppb