Os promotores de Justiça Carlos Romero, Arlan Costa, Manoel Cacimiro Neto, e Flávio Wanderley foram promovidos ao cargo de procurador de Justiça do Ministério Público da Paraíba (MPPB). As promoções foram homologadas pelo Conselho Superior do Ministério Público (CSMP), na primeira sessão extraordinária realizada, nessa quinta-feira (09/04), na Sala de Sessões da Procuradoria-Geral de Justiça. Os novos procuradores vão ocupar os cargos que ficaram vagos em razão da aposentadoria das procuradoras de Justiça Marilene Campos, Ana Lúcia Torres, Sônia Maia e Lúcia Farias. A solenidade de posse será na próxima quinta-feira (16/04), às 17h, no auditório da PGJ, em João Pessoa.
A sessão foi presidida pelo procurador-geral de Justiça, Leonardo Quintans e secretariada pelo secretário-geral do MPPB, o promotor de Justiça João Benjamim Delgado Neto. Participaram o corregedor-geral da instituição, Francisco Antônio de Sarmento Vieira e todos os conselheiros Luís Nicomedes de Figueiredo Neto; José Guilherme Soares Lemos (ouvidor); Sócrates da Costa Agra; Francisco Glauberto Bezerra e Alexandre César Fernandes Teixeira. Também prestigiaram a sessão membros, servidores e assessores da instituição e a presidenta da Associação Paraibana do Ministério Público (APMP), Adriana França.
O PGJ destacou a importância histórica da sessão, que durou cerca de 15 horas. “Os trabalhos foram iniciados às 9h e se encerraram por volta da meia noite. Foi um dia muito produtivo e de muita alegria, já que quatro brilhantes colegas foram promovidos para reforçar o 2º grau do Ministério Público e o Colégio de Procuradores de Justiça. Tivemos um resultado muito bonito, que demonstrou muita união da instituição. O MPPB segue fortalecido com esse reforço”, comemorou Quintans.
Novos integrantes
Carlos Romero e Manoel Cacimiro foram indicados pelo critério de merecimento ao 18º e ao 23º cargos de procurador de Justiça, com atribuições na 4ª e na 2ª Câmaras Cíveis e na Seção Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, respectivamente.
Ao todo, 11 promotores de Justiça se inscreveram nos editais. Figuraram na lista tríplice do edital do 18º cargo de procurador de Justiça: Carlos Romero (com 537,20 pontos), Manoel Cacimiro Neto (522,21) e Renata Luz (com 519,85 pontos) e do 23º cargo de procurador de Justiça: Manoel Cacimiro Neto (que obteve 525,21 pontos), Renata Luz (com 522,85) e Soraya Nóbrega (com 498,28 pontos). Também concorreram aos cargos os promotores de Justiça João Arlindo Corrêa Neto, Osvaldo Barbosa, Rogério Lucas de Oliveira, Fernando Andrade, Rosane Araújo, Eny Nóbrega, e Leonardo Pereira de Assis.
Já Arlan Costa Barbosa e Flávio Wanderley da Nóbrega Cabral de Vasconcellos foram indicados pelo critério de antiguidade ao 15º e ao 20º cargos de procurador de Justiça, respectivamente. O primeiro cargo tem atribuições, por distribuição, nos feitos que tramitam na 3ª Câmara Cível e na Seção Especializada Cível do TJPB e o segundo, atua, por distribuição, nos feitos que tramitam na Câmara Criminal do TJPB. Também figuraram na lista por antiguidade os promotores de Justiça Osvaldo Barbosa, Fernando Andrade e Cláudio Cavalcanti.
Carreira ministerial
Os quatro novos procuradores de Justiça falaram sobre a satisfação e felicidade em ver as carreiras reconhecidas. “Hoje é um dia marcante na minha carreira. Tive a honra de ser promovido para o cargo de procurador de Justiça. Uma sessão longa, mas com trabalhos conduzidos com maestria pelo nosso procurador-geral de Justiça, com a participação de todos os conselheiros. Estou muito feliz e agradeço penhoradamente nossa instituição e o egrégio Conselho Superior do Ministério Público”, disse Carlos Romero.
Manoel Cacimiro destacou a satisfação com a chegada ao cargo mais alto da carreira ministerial. “Estamos aqui para falar da nossa satisfação com a chegada ao cargo de procurador de Justiça, um coroamento de uma carreira de mais de 30 anos. Agradeço a votação dessa quinta-feira e a maneira como o PGJ conduziu os trabalhos. Estamos muito felizes com a nossa chegada ao egrégio Colégio de Procuradores de Justiça”, falou.
Arlan Costa também falou da satisfação com a promoção. “É uma honra para mim, depois de 35 anos, ser promovido. É uma longa carreira, de muito trabalho, de muita dedicação ao Ministério Público e à sociedade. Isso tudo me honra muito. Obrigado a Deus, obrigado a todos”, disse.
Flávio Wanderley falou sobre a honra de chegar ao ápice da carreira do MP. "Muito feliz com mais essa conquista profissional, chegando ao ápice da carreira, no merecimento do tempo e com a graça do Pai, que hoje se consolidam, após anos de dedicação e compromisso com os jurisdicionados e a sociedade de uma maneira geral. Recebo esta honra, com a certeza de que esse tempo de serviço só reforça o meu sentimento de que o comprometimento não é vão", declarou.
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