Integrantes discutem funcionamento do novo Núcleo de Inovação do MPPB

Os integrantes do Núcleo de Inovação do Ministério Público da Paraíba iniciaram as discussões em torno da implantação e funcionamento do novo órgão, criado pelo Ato 070/2020, do procurador-geral de Justiça da Paraíba, Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho. Com o setor, o MPPB implementará projetos especiais, com a finalidade de apresentar aos públicos interno e externo produtos inovadores, nas mais diversas áreas. Deverão ser impactados, com melhorias, o atendimento ao público e, com celeridade, as respostas às demandas recebidas pela instituição. Deve haver modernização do suporte ao trabalho do membro e do servidor, no intuito de trazer maior dinamismo e atualidade à atuação do órgão ministerial.

Atualmente, o Ministério Público já trabalha com processos 100% digitais e totalmente realizados por meios eletrônicos, tanto na área-meio como na finalística, mas, para o procurador-geral de Justiça, Francisco Seráphico, inovação tem um sentido maior. “A ideia é que o Ministério Público da Paraíba atue não apenas de forma eletrônica, mas é importante fomentar a transformação em uma Instituição digital, que cria, armazena, organiza e utiliza as informações que produz de forma estratégica, dinâmica e instantânea", disse.

Ele lembrou que o MPPB buscará parcerias com outras instituições públicas e privadas, de diversos ramos do conhecimento, bem como receberá ideias inovadoras de seus membros e servidores, além da própria sociedade. “O objetivo é promover um efetivo diálogo interinstitucional e multidisciplinar relativo à pesquisa e à inovação, buscando identificar e promover as melhores práticas para otimização dos serviços prestados pelo Ministério Público”.

A sociedade é o foco

De acordo como Ato PGJ 70/2020, o Núcleo de Inovação tem natureza multidisciplinar e traz em sua composição membros e servidores de diversos órgãos institucionais e administrativos, o que permitirá uma visão macro da instituição para o desenvolvimento de iniciativas multissetoriais de inovações em produtos e processos que atinjam positivamente a sociedade, membros e servidores. O órgão é presidido pelo procurador-geral, Francisco Seráphico, e coordenado pelo secretário de Planejamento e Gestão, Leonardo Quintans Coutinho.

Ainda compõe o Núcleo de Inovação, o secretário-geral, Antonio Hortêncio Rocha Neto; o coordenador do Núcleo de Gestão Conhecimento e Segurança Institucional (NGCSI), Octávio Celso Gondim Paulo Neto; o promotor corregedor, Clistenes Bezerra de Holanda; o assessor técnico da PGJ, Alexandre César Fernandes Teixeira; os diretores administrativo, Marcos Vinícius Ferreira Cesário, e de Tecnologia da Informação, Uirá Alencar Wasconcelos Silva de Assis; os chefes dos departamentos de Gestão Estratégica e Projetos, Ícaro Ramalho Dionísio; de Desenvolvimento e Gestão de Processos, Jonatha Vieira De Sousa, e de Desenvolvimento de Sistemas, Bruno Coitinho Araújo.

Cultura de dados
A primeira reunião realizada entre os integrantes, na última quarta-feira (14/10) resultou em deliberações sobre a atuação do núcleo, como a necessidade de levar ao conhecimento dos membros e servidores os conceitos de inovação, como também ouvir do público interno o que se espera desse novo setor. Neste sentido, pretende-se ainda disponibilizar meios de informação, como cursos, palestras, formulários etc., para que a mentalidade dirigida a dados seja incorporada pela instituição, fazendo parte da cultura organizacional do MPPB.

O coordenador do recém-criado Núcleo de Inovação, o promotor de Justiça e secretário de Planejamento e Gestão, Leonardo Quintans, disse que o setor é um marco de organização, profissionalismo e modernização do Ministério Público da Paraíba, que priorizará a implementação de soluções inovadoras. “Notadamente, as que impliquem na modernização dos processos e ferramentas de trabalho disponibilizados a membros e servidores, na comunicação da instituição com a sociedade, tornando-a mais interativa, fácil e efetiva, e na gestão de informações e utilização de dados para a tomada de decisão. Esperamos fazer isso, a partir de ferramentas inteligentes de TI, possibilitando um maior conhecimento do trabalho realizado e dos problemas sociais existentes, para que seja possível um melhor planejamento das ações e o consequente alcance de melhores resultados”.