Corregedoria-Geral inicia trabalhos de correição nas Promotorias de Bayeux e Mamanguape

A Corregedoria-Geral do Ministério Público da Paraíba deu início à correição ordinária dos cargos das Promotorias de Justiça de Bayeux e Mamanguape. Nesta segunda-feira (15/08), foi realizada a reunião inaugural por videoconferência com os membros correicionados.

Participaram o corregedor-geral, Alvaro Gadelha Campos; a subcorregedora-geral, Kátia Rejane Lucena; os promotores corregedores Anna Emanuelle Malheiros, Rodrigo Pires e Clístenes Holanda; e os promotores correicionados Demétrius Castor de Albuquerque Cruz (1º promotor de Bayeux), Ana Caroline Almeida Moreira (2ª promotora), Ana Guarabira Lima Cabral (3ª promotora), Maria Edlígia Chaves Leite (4ª promotora), Jaine Aretakis Cordeiro Didier (em substituição em no 6º cargo de Bayeux), Lúcio Mendes Cavalcante (em substituição no 6º cargo de Bayeux), Juliana Salmito (1ª promotora de Mamanguape), Geovanna Patrícia de Queiroz Rêgo (2ª promotora de Mamanguape) e Carmem Eleonora Perazzo (3ª promotora de Mamanguape).

O corregedor-geral, Alvaro Gadelha, iniciou a reunião falando sobre o propósito da correição de procurar acertos e valorizar o que os promotores estão fazendo. “Tem sido muito gratificante. Desde que assumimos, começamos a enxergar um Ministério Público dinâmico e comprometido. Aqui é a casa de proteção do promotor para qualquer circunstância”.

A subcorregedora Kátia Rejane Lucena também ressaltou o objetivo de acolher o promotor e estar à disposição para auxiliar em qualquer necessidade.

A promotora Anne Emanuelle Malheiros expressou sua satisfação de participar da correição e afirmou que tem aprendido bastante nesse tempo como promotora corregedora que permite uma maior aproximação com os membros da instituição.

O promotor Rodrigo Pires salientou que cada cargo correicionado tem um relator, mas que o conceito final da correição é uma decisão colegiada de todos os integrantes da Corregedoria. Ele explicou que a correição ocorre em duas etapas. A primeira dedicada a analisar os procedimentos nos sistemas do MP e do Judiciário e a segunda com uma entrevista presencial e pessoal com cada membro. Também foi destacada a importância da entrevista como espaço do promotor contar o que tem feito, apresentar reivindicações e fazer consultas.

Já o promotor Clístenes Holanda falou sobre o papel fundamental das correições que é identificar as boas práticas e os trabalhos exitosos para difundir e replicar em outras unidades.
Os promotores correicionados se colocaram à disposição e enalteceram a postura da corregedoria de focar no papel orientador, que dá suporte ao trabalho do promotor.